segunda-feira, 4 de março de 2013
sexta-feira, 1 de março de 2013
Pedreiro, Piano, Reencarnação
Um pedreiro aprendeu a tocar piano sozinho, é um dom?
Não sabia ler partitura, aprendia de ouvido.
Uma professora se interessou em ajudá-lo, disse que ele
aprendeu rápido com poucas aulas.
Aí está um pianista do passado REENCARNADO como pedreiro!
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
A Grande Transição
Opera-se, na Terra, neste largo período, a grande
transição anunciada pelas Escrituras e confirmada pelo Espiritismo.
O planeta sofrido experimenta convulsões especiais, tanto na sua estrutura física e atmosférica, ajustando as suas diversas camadas tectônicas, quanto na sua constituição moral.
Isto porque, os espíritos que o habitam, ainda caminhando em faixas de inferioridade, estão sendo substituídos por outros mais elevados que o impulsionarão pelas trilhas do progresso moral, dando lugar a uma era nova de paz e de felicidade.
Os espíritos renitentes na perversidade, nos desmandos, na sensualidade e vileza, estão sendo recambiados lentamente para mundos inferiores onde enfrentarão as consequências dos seus atos ignóbeis, assim renovando-se e predispondo-se ao retorno planetário, quando recuperados e decididos ao cumprimento das leis de amor.
Por outro lado, aqueles que permaneceram nas regiões inferiores estão sendo trazidos à reencarnação, de modo a desfrutarem da oportunidade de trabalho e de aprendizado, modificando os hábitos infelizes a que se têm submetido, podendo avançar sob a governança de Deus.
Caso se oponham às exigências da evolução, também sofrerão um tipo de expurgo temporário para regiões primárias entre as raças atrasadas, tendo o ensejo de serem úteis e de sofrer os efeitos danosos da sua rebeldia.
Concomitantemente, espíritos nobres que
conseguiram superar os impedimentos que os retinham na retaguarda, estarão
chegando, a fim de promoverem o bem e alargarem os horizontes da felicidade
humana, trabalhando infatigavelmente na reconstrução da sociedade, então fiel
aos desígnios divinos.
Da mesma forma, missionários do amor e da caridade, procedentes de outras Esferas estarão revestindo-se da indumentária carnal para tornar essa fase de luta iluminativa mais amena, proporcionando condições dignificantes que estimulem ao avanço e à felicidade.
Não serão apenas os cataclismos físicos que sacudirão o planeta, como resultado da lei de destruição, geradora desses fenômenos, como ocorre com o outono que derruba a folhagem das árvores, a fim de que possam enfrentar a invernia rigorosa, renascendo exuberantes com a chegada da primavera, mas também os de natureza moral, social e humana que assinalarão os dias tormentosos, que já se vivem.
Os combates apresentam-se individuais e coletivos, ameaçando de destruição a vida com hecatombes inimagináveis.
A loucura, decorrente do materialismo dos indivíduos, atira-os nos abismos da violência e da insensatez, ampliando o campo do desespero que se alarga em todas as direções.
Esfacelam-se os lares, desorganizam-se os relacionamentos afetivos, desestruturam-se as instituições, as oficinas de trabalho convertem-se em áreas de competição desleal, as ruas do mundo transformam-se em campos de lutas perversas, levando de roldão os sentimentos de solidariedade e de respeito, de amor e de caridade...
A turbulência vence a paz, o conflito domina o amor, a luta desigual substitui a fraternidade.
... Mas essas ocorrências são apenas o começo da grande transição.
* * *
A fatalidade da existência humana é a conquista do amor que proporciona plenitude. Há, em toda a parte, uma destinação inevitável, que expressa a ordem universal e a presença de uma Consciência Cósmica atuante.
A rebeldia que predomina no comportamento humano elegeu a violência como instrumento para conseguir o prazer que lhe não chega de maneira espontânea, gerando lamentáveis consequências, que se avolumam em desaires contínuos.
É inevitável a colheita da sementeira por aqueles que a fez, tornando-se rico de grãos abençoados ou de espículos venenosos.
Como as leis da vida não podem ser derrogadas, toda objeção que lhes faz converte-se em aflição, impedindo a conquista do bem-estar.
Da mesma forma, como o progresso é inevitável, o que não seja conquistado através do dever, sê-lo-á pelos impositivos estruturais de que o mesmo se constitui.
A melhor maneira, portanto, de compartilhar conscientemente da grande transição é através da consciência de responsabilidade pessoal, realizando as mudanças íntimas que se tornem próprias para a harmonia do conjunto.
Nenhuma conquista exterior será lograda se não proceder das paisagens íntimas, nas quais estão instalados os hábitos. Esses, de natureza perniciosa, devem ser substituídos por aqueles que são saudáveis, portanto, propiciatórios de bem-estar e de harmonia emocional.
Na mente está a chave para que seja operada a grande mudança. Quando se tem domínio sobre ela, os pensamentos podem ser canalizados em sentido edificante, dando lugar a palavras corretas e a atos dignos.
O indivíduo, que se renova moralmente, contribui de forma segura para as alterações que se vêm operando no planeta.
Não é necessário que o turbilhão dos sofrimentos gerais o sensibilize, a fim de que possa contribuir eficazmente com os espíritos que operam em favor da grande transição.
Dispondo das ferramentas morais do enobrecimento, torna-se cooperador eficiente, em razão de trabalhar junto ao seu próximo pela mudança de convicção em torno dos objetivos existenciais, ao tempo em que se transforma num exemplo de alegria e de felicidade para todos.
O bem fascina todos aqueles que o observam e atrai quantos se encontram distantes da sua ação, o mesmo ocorrendo com a alegria e a saúde.
São eles que proporcionam o maior contágio de que se tem notícia e não as manifestações aberrantes e afligentes que parecem arrastar as multidões. Como escasseiam os exemplos de júbilo, multiplicam-se os de desespero, logo ultrapassados pelos programas de sensibilização emocional para a plenitude.
A grande transição prossegue, e porque se faz necessária, a única alternativa é examinar-lhe a maneira de como se apresenta e cooperar para que as sombras que se adensam no mundo sejam diminuídas pelo Sol da imortalidade.
Nenhum receio deve ser cultivado, porque, mesmo que ocorra a morte, esse fenômeno natural é veículo da vida que se manifestará em outra dimensão.
* * *
A vida sempre responde conforme as indagações morais que lhe são dirigidas.
As aguardadas mudanças que se vêm operando trazem uma ainda não valorizada contribuição, que é a erradicação do sofrimento das paisagens espirituais da Terra.
Enquanto viceje o mal, no mundo, o ser humano torna-se-lhe vítima preferida, em face do egoísmo em que se estorcega, apenas por eleição espiritual.
A dor momentânea que o fere, convida-o por outro lado, à observância das necessidades de seguir a correnteza do amor no rumo do oceano da paz.
Logo passado o período de aflição, chegará o da harmonia.
Até lá, que todos os investimentos sejam de bondade e de ternura, de abnegação e de irrestrita confiança em Deus.
Joanna de Ângelis
(Mensagem psicografada pelo médium Divaldo Pereira
Franco, no dia 30 de Julho de 2006, no Rio de Janeiro, RJ. Publicada na revista
‘Presença Espírita’, Setembro/Outubro 2006, Nº 256, páginas 28 e 29)
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Fim do sofrimento
No livro Amanhecer de uma Nova Era do espírito Manoel P. de
Miranda, psicografado por Divaldo P.
Franco, é informado a vinda de habitantes da estrela Alcíone que se
candidataram a reencarnar na Terra para colaborar na transição que passa o
Planeta, de Provas e Expiações, para Regeneração.
No capítulo 16 do citado livro são feitas considerações sobre
o perispírito que quero dividir com o leitor.
1ª consideração: não existe mais sofrimento em Alcíone:
“Considerando-se que os missionários estarão reencarnando-se nas mais diversas áreas do conhecimento, assim como nos mais variados segmentos da sociedade, os que vêm de fora do nosso sistema passam por uma fase de adaptação perispiritual necessária ao êxito do ministério que irão desempenhar.
Submetem-se a experimentos especiais, de modo que a sua adaptação ao novo corpo, que deverão modelar, seja menos penosa. Isto porque, vivendo em uma Esfera onde as dores e enfermidades físicas já não vigem, na condição de procedimentos depuradores, torna-se-lhes indispensável condensar no perispírito energias próprias à habitabilidade terrestre.”
2ª consideração: as funções do perispírito são absorvidas pelo
Espírito:
“Conduzindo-nos a outra sala, pudemos observar que um número expressivo de espíritos encontrava-se sob forte jato de energia luminosa em concentração profunda. Naquele estado, concentrados nos objetivos que os traziam à Terra, desdobravam as características de expansibilidade perispiritual, neles quase que absorvidas pelo espírito, a fim de poderem plasmar as necessidades típicas do veículo carnal de que se revestiriam quando no ministério reencarnatório. À medida que os espíritos progridem, as funções do corpo intermediário são absorvidas lentamente pelo ser imortal, em face da desnecessidade de construir corpos com os sinais do processo evolutivo, corrompidos, degenerados, limitados... Atingindo uma faixa mais elevada, o ser espiritual proporciona o renascimento através de automatismo, tendo como modelo a forma saudável e bela, cada vez mais sutil e nobre até alcançar o estado de plenitude, o reino dos Céus interior...“
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Exilados da Terra
No livro Amanhecer de uma Nova Era, página 207, Manoel P. de
Miranda fala da transmigração para outro planeta das pessoas que não acompanham
o progresso moral da Terra. O degredo não segue critérios subjetivos de quem
coordena o processo, mas as próprias condições dos futuros exilados como
disserta o benfeitor:
“...os espíritos ainda fixados nas paixões
degradantes, em razão do seu primitivismo, sintonizarão com outras ondas
vibratórias próprias a mundos inferiores, para eles transferindo-se por
sintonia, onde se tornarão trabalhadores positivos pelos recursos que já
possuem em relação a essas regiões mais atrasadas nas quais aprenderão as
lições da humildade e do bem proceder. Tudo se encadeia nas leis divinas, nunca
faltando recursos superiores para o desenvolvimento moral do espírito.”
Como se vê o que somos realmente é inocultável. As
artimanhas da dissimulação, do sofisma aí são inúteis. Os novos tempos pedem
renovação, ética, afetividade, sociabilidade, autenticidade para que não
tenhamos acanhamento de nós mesmos pelos atos vergonhosos.
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domingo, 17 de fevereiro de 2013
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Gravidez e alcoolismo
Mulheres que bebem durante a gravidez estão expondo seus futuros
filhos ao risco de sofrer de doenças neurológicas semelhantes àquelas encontradas
em alcoólatras, atingindo principalmente os nervos periféricos, comprova estudo
realizado pela Universidade do Chile em conjunto com diversas universidades estadunidenses.
Ciência & Vida Psique 31
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Obsessão Espiritual
Obsessão
Espiritual
1.
Como identificar que estamos sendo obsediados?
No livro Nas Fronteiras da Loucura, Manoel Philomeno de Miranda discorre de forma
clara as alterações que ocorrem nas ideias, nas emoções e na saúde provocadas
pela obsessão, que são os indícios que a pessoa está sendo obsediada: “Surgem,
como efeito natural, as síndromas da inquietação, as desconfianças, os estados
de insegurança pessoal, as enfermidades de pequena monta, os insucessos em
torno do obsidiado que soma as angústias, dando campo a incertezas, a mais
ampla perturbação interior.
Gera uma psicosfera perniciosa à própria
volta pela eliminação dos fluídos deletérios de que é vítima e absorve-a mais
condensada, por escusar-se ouvir sadias questões, participar de convívios
amenos, ler páginas edificantes, auxiliar o próximo, renovar-se pela oração.”
Além destes sinais que podem evidenciar a
atuação de um obsessor, no livro Nos Bastidores da
Obsessão, o mesmo autor espiritual dá mais pistas do processo obsessivos para
que o leitor possa ampliar sua auto-observação, assim diz ele: “Quando você escute nos recessos da mente uma
ideia torturante que teima por se fixar, interrompendo o curso dos pensamentos;
quando constate, imperiosa, atuante força psíquica interferindo nos processos
mentais; quando verifique a vontade sendo dominada por outra vontade que
parece dominar; quando experimente inquietação crescente, na intimidade mental,
sem motivos reais; quando sinta o impacto do desalinho espiritual em franco
desenvolvimento, acautele-se, porque você se encontra em processo imperioso e
ultriz de obsessão pertinaz.”
2.
A obsessão é uma espécie de enfermidade?
A obsessão espiritual revela aspectos
pessoais que na maioria das vezes nem o próprio indivíduo sabe, porque está
arquivado no seu inconsciente. A personalidade de hoje, que reencarnou com o
propósito de melhorar, de se tornar um “homem novo” não se lembra de suas vidas
passadas, ele se conhece e se avalia pela pessoa que é hoje. Assim, ele pode se
julgar como uma pessoa interessada em melhorar, tem valores éticos, é do bem
etc., portanto, a imagem que tem de si mesmo é a de uma pessoa do bem. Contudo,
como a obsessão se manifesta pela sintonia do obsessor com o obsediado, e o
obsessor está cheio de ódio, é vingativo e deseja o mal, se conclui que o
obsediado também tenha essas qualidades inferiores. O que acontece é que a
pessoa está buscando ser uma pessoa boa, ela ainda tem suas fraquezas, seus
conflitos, mas já melhorou um pouco em relação ao passado. A sintonia que
estabelece com o obsessor nem sempre é por conta da conduta atual, embora possa
sê-lo, é através da culpa que está no inconsciente por causa dos erros, dos
crimes, dos tormentos provocados a outrem. A presença do obsessor convoca o
indivíduo a regularizar seus débitos que retardam seu progresso, além de
deixá-lo fragilizado por causa das lembranças doentias.
Para finalizar, mais uma vez trago a
palavra categorizada de Manoel P. de Miranda para elucidar se a obsessão é uma
enfermidade, diz ele no livro Nos Bastidores da Obsessão: “A obsessão, sob
qualquer modalidade que se apresente, é enfermidade de longo curo, exigindo
terapia especializada...”
3.
Qual o melhor tratamento para a obsessão?
Tanto o obsessor como o obsediado precisam
de ajuda conjuntamente, com o arrependimento e o perdão para que ambos se
libertem dos vínculos doentios que os atam. A seguir a recomendação do
benfeitor Manoel P. de Miranda para a terapia renovadora: “Diante de qualquer
expressão em que se apresentem as alienações por obsessão ou em que se
manifestem suas sequelas, mergulhemos a mente e o coração no organismo da
Doutrina Espírita, e, procurando auxiliar o paciente encarnado a desfazer-se do
jugo constrangedor, não olvidemos o paciente desencarnado, igualmente infeliz,
momentaneamente transformado em perseguidor ignorante, embora se dizendo
consciente, mas, sofrendo, de alguma forma, pungentes dores morais.
Concitemos o encarnado à reformulação de
ideias e hábitos, à oração e ao serviço, porquanto, através do exercício da caridade,
conseguirá sensibilizar o temporário algoz, que o libertará ou granjeará
títulos de enobrecimento, armando-se de amor e equilíbrio para prosseguir em
paz, jornada a fora.” Sementes de Vida Eterna
Finalizando, segue a recomendação do
tratamento no Centro Espírita que é o lugar preparado para tal mister: “Ao lado
dessa psicoterapia, é necessária a aplicação dos recursos fluídicos, seja
através do passe ou da água magnetizada, da oração intercessória com que se
vitalizam os núcleos geradores de forças, estimulantes da saúde, com o poder de
desconectarem os plugs das respectivas matrizes, de modo a que o endividado se
reabilite perante a Consciência Cósmica pela aplicação dos valores e serviços
dignificadores.” Nas Fronteiras da Loucura
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Medo de ficar louco
Algumas pessoas tem um medo muito grande de
ficarem loucas, como se a alienação surgisse do nada ameaçando nossas vidas. Parece
um medo interno por conta de algum conflito que ressoa na consciência. É claro
que esta possibilidade é assustadora, mas será que estamos à mercê do acaso? O
fato de algumas pessoas repentinamente surtarem não quer dizer que aconteceu do
nada, pois o desequilíbrio provêm de atitudes tresloucadas na vida presente ou no
passado. Ao contrário desse temor, para outras pessoas nem de longe passa por
suas cabeças essa possibilidade, o seu estado de harmonia interna traz certeza
de sua higidez.
O predomínio do materialismo, associado a
nossa identificação com o corpo, com o ego, com as provas, mais a ignorância em
relação a nossa condição de Espíritos imortais, faz crer que a vida se resume
nisso. Os dividendos dessa fusão com o mundo físico leva a acreditar que a vida
é regida pela casualidade, a sorte ou o azar são os patrocinadores da alegria
ou da tristeza, e não a atitude construtiva, positiva ou a maldade e a
crueldade. Assim, a loucura pode acometer a pessoa boa, ética, como a perversa.
Será?
Nossa vida é regida pela Lei de Causa e
Efeito, nossa condição de equilíbrio, saúde, otimismo, desequilíbrio, doença,
restrições resultam de nossos feitos diante da vida. A loucura, as doenças
mentais, as deficiência físicas são alterações que provocamos em nossa mente e
no corpo espiritual ou perispírito. Portanto, quando uma pessoa surta, se
desequilibra, fica “louca” isso resulta de seu histórico evolutivo ou de suas
ações desmioladas.
É sabido que o desequilíbrio não ocorre
somente por conta dos tormentos que trazemos do passado, uma vez que os
comportamentos atuais de violência, crime, crueldade, etc., produzem choques cognitivos e
emocionais irreparáveis - temporariamente.
Além dos males que o indivíduo provoca a si
mesmo, ele acaba atingindo terceiros direta ou indiretamente, que também
reagirão na condição de obsessores encarnados ou desencarnados.
Disserta Joanna de Ângelis no livro Após a
Tempestade:
Da neurose simples às complexas manifestações da hidro, da micro e da macrocefalia, do mongolismo, da oligofrenia, passando pelas faixas do retardamento, da demência, da idiotia, da esquizofrenia, as causas atuais possuem suas matrizes na anterioridade do caminho percorrido, no passado, pelo espírito ora em alienação.
Teletransporte da China
O vídeo mostra um caminho quase se chocando com uma bicicleta, quando surge uma pessoa que transporta a bicicleta para o outro lado da pista. Em câmera lenta dá para ver os movimento dessa pessoa. É um encarnado? Um agênere?
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Rótulo de Espírita
No atual estágio de evolução do Planeta, as velhas fórmulas
hipócritas de se dizer religioso e garantir um olhar social de honradez não
funcionam mais. O discurso e a aparência de honrado, bondoso, ético não engana
mais ninguém, esse subterfúgio esgotou-se.
Conhecer o Espiritismo, fazer curso, trabalhar na seara
espírita não é garantia de mudança da personalidade, ou, usando uma metáfora
apropriada, não se passa de homem velho para homem novo. Algumas pessoas se
contentam com o rótulo de Espírita,
não se importando em continuar sendo o homem velho. Justificam que ainda não é
possível mudar velhos hábitos. Respaldam seus argumentos no padrão social
doentio, que inclui seus parentes e amigos, desse modo, se sentindo
justificados diante do consenso social. Os extremistas ficam nas polaridades: ou
querem se santificar de imediato, ou se permite ficar “como sempre foi”, não
conseguem pegar o caminho do meio, ponderando que a mudança é um processo
gradual. A propósito, como consta no Evangelho Segundo o Espiritismo:
Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que faz para dominar suas más inclinações. cap. 17, item 4
O Espiritismo oferece as condições inigualáveis para a mudança
pessoal e social, sensata, respeitando o grau evolutivo de cada qual, portanto
não é o Espiritismo que não possui os recursos para nos ajudar na transformação
pessoal.
Com essa postura incoerente, narcisista, retrógrada é natural
que a pessoa fique obsediada, porque já se auto-obsedia, assimila energias
doentias do seu ambiente, sai do corpo durante o sono e vai para regiões
inferiores, atrai pessoas perigosas, favorece acidentes de percurso...
Finalizando as reflexões, no livro Mediunidade: desafios e
bênção, p. 27 Manoel P. de Miranda disserta:
Travaram contato com a revelação espírita, participaram dos memoráveis eventos espirituais do intercâmbio mediúnico, porém não modificaram a visão sobre si mesmos ou a sua conduta, tornando-se parasitas no grupo social ou belas personalidades aplaudidas nos cenários do mundo, mantendo a individualidade atormentada e venal, que não modificou a forma de ser ou de comportar-se.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Decisão de Ser Feliz
No livro Momentos de Saúde de Joanna de
Ângelis, o capítulo “Decisão de Ser Feliz” me chamou a atenção, porque é um
desafio ao leitor promover sua felicidade. Não é uma gratuidade obtida com
fórmulas, com dinheiro, com apadrinhamento, com conchavos, etc., muito comum em
nosso Planeta. Esta é uma conquista individual, com esforço próprio sem
facilidades arranjadas. Independe de riqueza ou pobreza, beleza ou feiura,
porque é um estado subjetivo. Se dá através do relacionamento interpessoal,
produtivo, de permutas edificantes, e não da relação de dependência doentia em
que se perde a individualidade.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Cultivar amizade
Estudo da Universidade Concordia, no
Canadá, constante na revista Psique Ciência & Vida de 02/2011, aponta: crianças que não têm amigos podem ser
mais propensas a desenvolver depressão na adolescência. Os dados sugerem que,
enquanto a falta de amigos pode fazer que os jovens se tornem deprimidos, ter
apenas um amigo pode ser suficiente para proteger as crianças retraídas ou
tímidas de problemas de saúde mental.
Ninguém evolui sozinho, como nestes
exemplos:
· ficar trancado em seu quarto
· viajar pelo mundo
·
consumir sem parar
·
meditar no topo da montanha
O outro é importante, somos seres
interdependentes, ninguém é exceção.
Na pesquisa citada, podemos dar voz à
depressão e, talvez, ela diria: ou você se relaciona com alguém, ou eu te infernizo
a vida, fazendo você sentir o que é a angústia de estar só!!!
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Perfume pessoal
O perfume é algo agradável aos nossos
sentidos, deixa marcas que nos faz viajar, lembrar de pessoas, lugares,
épocas... Traz um sentimento gostoso, reflete na autoimagem e na autoconfiança.
O que pensar de uma pessoa que exala um
perfume pessoal agradável, inesquecível? É o que conta Adelino da Silveira no
livro “Chico, de Francisco”, quando o Chico esteve em sua casa. Para
contextualizar o acontecido, transcrevo um trecho do livro:
Era uma Terça-Feira de Carnaval.
Ele (Chico) chegou à tarde.
Após hora e meia de conversa,
foi banhar-se. Distraí-me, palestrando com os demais. Quando vi, a porta do
banheiro estava aberta. Era a minha vez. Entrei, e fui encontrá-lo de joelho
enxugando o piso com um pano velho.
-Chico..., exclamei!
-Preciso deixar tudo em ordem
para não dar trabalho à Benedita (minha mãe).
Fato que não me sai da mente
também é que quando entrei no banheiro, um indefinível perfume estava no ar. A
impressão que tinha era que havia quebrado uma jarra desse perfume.
O quarto em que dormiu
conservou-se assim por três dias.
As pessoas que visitavam o Chico em sua
cidade, diziam da grande emoção e bem-estar que sentiam diante de sua presença.
O que é isso, efeito físico promovido pelos benfeitores? Isso é possível, mas
não fariam o tempo todo. Penso que são suas energias carregadas de seus
pensamento, sentimentos e atos elevados. Como sabemos os pensamentos se compõem
de imagens, de sentimentos e de energia. Conforme o teor dos pensamentos e da
conversação haverá a emissão correspondente, num degrade que vai do perturbador
ao sublime. André Luiz no livro Os Mensageiros fala do “sopro curador”, que é a
habilidade que algumas pessoas desenvolveram para curar através do sopro. Para
desenvolver esta habilidade, informa o benfeitor Alfredo no livro citado, é imprescindível que o homem tenha o estômago sadio, a boca
habituada a falar o bem, com abstenção do mal, e a mente reta, interessada em
auxiliar.
Diante do exposto, reflita como é o mundo
interior e, por conseguinte, os pensamentos e palavras da pessoa que reclama o
tempo todo, que fala palavrões, que xinga por qualquer motivo! Certamente é
tóxica, deprimente, pessimista causando ao seu portador e ao seu receptor dores
de cabeça, indisposições, irritação, desconfiança...
O que exalamos?
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Autorrealizção
Você sabe o que é uma pessoa
autorrealizada? Segundo o psicólogo Abraham Maslow é a pessoa que faz pleno uso
de seus talentos, capacidades e potenciais.
Você acredita em si mesmo? Reconhece suas
capacidades? Considera que possui potenciais aguardando para eclodir?
O uso pleno de suas faculdades tornaria sua
vida diferente? Você investe mais em sua fraqueza e subestima ou em seus
talentos? O que você escolhe fazer? Você aguarda alguma autorização para
exercitar sua riqueza interior com ética e sabedoria?
Ainda segundo Maslow, a característica das
pessoas autorrealizadas são:
1. percepção mais eficiente da realidade e
relações mais confortáveis com ela
2. aceitação (de si mesmo, dos outros, da
natureza)
3. espontaneidade; simplicidade; naturalidade
4. centralização nos problemas (em oposição
à centralização no ego)
5. qualidade de desapego; necessidade de
privacidade
6. autonomia; independência de cultura e
ambiente
7. constante frescor de apreciação
8. experiências místicas e culminantes
9. Gemeinschaftsgeftlhl (sentimento de afinidade
com os outros)
10. relações interpessoais mais íntimas e
profundas
11. estrutura de caráter democrática
12. discriminação entre meios e fins, entre
bem e mal
13. senso de humor filosófico, sem hostilidade
14. criatividade autorrealizadora
15. resistência à aculturação; transcendência a
qualquer cultura particular.
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Conteúdos Superiores
Na mensagem “Anencefalia” de Joanna de
Ângelis, constante neste blog, a benfeitora fala algo em determinado trecho da missiva
que achei surpreendente para o conhecimento psicológico. A referida citação é a
seguinte: Desequipado (o ser humano) de conteúdos
superiores que proporcionam a autoconfiança, o otimismo, a esperança... Este
é o trecho que quero discorrer, implícita ou explicitamente, tem informações
preciosas para compreender as qualidades humanas.sexta-feira, 24 de agosto de 2012
As múltiplas faces da ansiedade
Transtorno do pânico
Medo intenso e repentino, sem razão
aparente. O indivíduo é tomado por uma enorme ansiedade e sintomas físicos como
taquicardia, calafrios, boca seca, dilatação da pupila etc. O ataque de pânico dura de 20 a 40 minutos. A
sensação é de morte iminente. Quem passa por crises de pânico acaba
desenvolvendo o "medo de ter medo".
Transtorno de ansiedade social
Também conhecido como fobia social ou
timidez patológica. Devido a ansiedade excessiva e persistente, as pessoas
evitam a todo custo estar no centro das atenções, pois temem ser avaliados e
julgados negativamente. Com o tempo, sua vida social, afetiva e profissional
torna-se extremamente reduzida.
Fobias específicas
Medo exacerbado e infundado em relação a
certos objetos, animais ou situações. As mais comuns são o medo de avião,
elevador, chuvas e trovoadas, altura, insetos, aves e dentista. Muitos pacientes
acabam sofrendo grandes limitações em sua vida cotidiana.
Transtorno do stress pós-traumático
Caracterizado por ideias intrusivas e
recorrentes relativas a um evento traumático, sendo muito comum em pessoas que
passaram por acidentes graves, catástrofes naturais e sequestro. Pode levar a
um quadro de depressão, embotamento emocional, sensação de vida abreviada e
incapacidade de vivenciar o prazer.
Transtorno de ansiedade generalizada
Sensação
perseguidora de medo e insegurança. As pessoas preocupam-se demais até com os
eventos mais corriqueiros. São impacientes, aceleradas e vivem com a sensação
de que alguma coisa ruim vai acontecer a qualquer momento. Sofrem de insônia,
irritabilidade e, sem tratamento, com o tempo desenvolvem outros transtornos de
ansiedade.
Transtorno obsessivo-compulsivo
Caracteriza-se por ansiedade acompanhada de
pensamentos negativos, intrusivos e recorrentes (obsessões). Na tentativa de
aliviar a ansiedade o indivíduo lança mão de atitudes repetitivas (compulsões)
em forma de ritual. Banhos excessivos e demorados são comuns, bem como contar
os degraus das escadas.
Revista Mente & Cérebro n. 171 – 04/2007
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