domingo, 7 de junho de 2015
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Armazéns Divinos
Quando uma pessoa fica na fossa, qual o padrão de suas
lembranças? Provavelmente lembrará das decepções amorosas, as rejeições, as
brigas...
Uma pessoa pessimista tende a achar que seu problema vai durar
para sempre. Portando, não tem perspectiva, desiste de tentar superar.
O padrão da negatividade leva às lembranças perturbadoras como
perda, morte, doença, rejeição, carência, etc. Neste estado a pessoa fica cega
para as oportunidades ou alternativas que a vida lhe oferece. Assim, ela se
acha abandonada, esquecida, desamada, e sem esperança. A alta taxa de
negatividade atraí pessoas encarnadas e desencarnadas problemáticas ao seu
lado, como também provoca acidentes e brigas. Essa pessoa tem a impressão que o
mundo conspira contra ela, não percebendo que ela se fez como um imã atrator de
desastres.
Por outro lado, a pessoa que se esforça para melhorar, que cessa de reclamar, que busca ver o lado
bom da vida está propiciando bons acontecimentos. Como ensina o benfeitor
Eusébio no livro No Mundo Maior, pagina 37: “Vinculai-vos,
pela oração e pelo trabalho construtivo, aos planos superiores, e estes vos
proporcionarão contacto com os Armazéns Divinos, que suprem a cada um de nós
segundo a justa necessidade.”
A pessoa perturbada reclama dos Armazéns Divinos provisões
desnecessárias que vem reforçar seus caprichos egoísticos. No segundo exemplo,
da pessoa esforçada, pela oração e pelo trabalho construtivo, vincula-se aos
planos superiores aclarando sua mente para saber o que é melhor e necessário.
Às vezes não precisamos de mais provisões, e sim enxergar os recursos que já
estão ao nosso dispor e são desdenhados ou subutilizados.
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Precisamos sair do torpor da rotina cotidiana e recuperar a
lucidez, caso contrário passamos a acreditar que a vida se resume neste costume
diário de quase sempre fazer as mesmas coisas. Se o indivíduo se deixa
massificar ele segue a boiada sem saber para onde vai, invariavelmente,
distanciando-se dos seus objetivos evolutivos. Não demora muito para ele sentir
que falta fazer alguma coisa em sua vida que não sabe o que é. O seu
inconsciente (programação reencarnatória) está sinalizando que ele está
desalinhado de sua missão/plano/tarefa... As atividades e relacionamentos
diários ficam insossos, repetitivos. Pequenas discussões, contrariedades,
decepções são superestimadas. A vida fica sem sentido, a angústia vai ganhando
terreno. Parece que estamos jogados no mundo à toa.
A mídia subordinada aos anunciantes vende a promessa da
realização pessoal e da felicidade através do consumo. Nesse esquema quem tem
dinheiro, supostamente, chega lá, quem não tem está fadado à infelicidade. Mas,
como a vida não se subordina a essa ingenuidade, prega peça nos seus defensores
mostrando inversões demolidoras: pessoas ricas, bonitas e poderosas tristes e
viciadas em drogas para aguentar o tranco dos tormentos. E, a revelia de tais
preceitos, pessoas pobres e sem o rigor da estética física vigente, estão de
bem com a vida.
Temos que lembrar da assertiva de Jesus em Mt. 26.41: vigiai e
orai, para que não entreis em tentação, pois o espírito está pronto, mas a
carne é fraca. Recuperar a lucidez é lembrar que como espíritos, estamos prontos,
conforme instruiu-nos Jesus, trazemos em nosso interior um propósito, e mais, a
vida tem sentido. Como Emmanuel nos lembra: “O homem terrestre não é um
deserdado. É filho de Deus, em trabalho construtivo, envergando a roupagem da
carne; aluno de escola benemérita, onde precisa aprender a elevar-se. A luta
humana é a sua oportunidade, a sua ferramenta, o seu livro.”1
Nota:
Livro Emmanuel – Francisco C. Xavier/Emmanuel, página 11
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Assertividade X Grosseria
Uma atitude importante para nosso relacionamento interpessoal
é a assertividade, definido pelo dicionário Houaiss como “que demonstra
segurança, decisão e firmeza nas atitudes e palavras” A pessoa assertiva expõe
e defende suas ideias respeitando a opinião de seu interlocutor. Uma pessoa
insegura e tímida terá dificuldade em ser assertiva, ela acha suas ideias bobas
e descabidas, por isso, evita expressá-las. Quanto mais nega o que pensa mais
conflito gera em sua personalidade, ficando mais insegura. Há quem confunda
grosseria com assertividade e afirmam: “não tenho papas na língua”, falo o que
penso!; o que equivale dizer que ela fala sem medir as palavras não importando
se vai ferir ou não o outro. Esta pessoa acha que não é responsável pelo que
fala e pelo que faz. E se o seu interlocutor estiver a um passo de desistir da
vida, e sua colocação precipitá-lo a algo grave? Nossa palavra é uma fagulha de
esperança ou um punhal mortal? André Luiz no livro Evolução em Dois Mundos,
capítulo 11 instrui: “Incorporando a responsabilidade, a consciência vibra desperta
e, pela consciência desperta, os princípios de ação e reação funcionam,
exatos, dentro do próprio ser, assegurando-se a liberdade de escolha e
impondo-lhe, mecanicamente os resultados respectivos, tanto na esfera física
quanto no Mundo Espiritual.” Portanto, somos responsáveis pelo que pensamos,
sentimos e fazemos no contato com os outros e com o mundo, formando vínculos
construtivos ou perturbadores que deveremos consertá-los. Aprofundando o
resultado de nossa comunicação com os outros, André Luiz no livro Mecanismo da
Mediunidade, capítulo 16, esclarece sobre os efeitos advindos de nossos
pensamentos e atitudes: “Pensando ou conversando constantemente sobre agentes
enfermiços, quais sejam a acusação indébita e a critica destrutiva, o deboche e
a crueldade, incorporamos de imediato, a influência das criaturas encarnadas e
desencarnadas que os alimentam, porque o ato de voltar a semelhantes temas,
contrários aos princípios que ajudam a vida e a regeneram, se transforma em reflexo Condicionado
de caráter doentio, automatizando-nos a capacidade de transmitir tais agentes
mórbidos, responsáveis por largo acervo de enfermidade e desequilíbrio.” Assim,
o “senhor sem papas na língua”, ou a pessoa maliciosa, fofoqueira, maledicente
ao ser maldosa e dura com o seu próximo incorpora em si mesmo todo mal que semeou.
André Luiz conta sua própria experiência no livro Nosso Lar, a
respeito de sua desencarnação antes da hora por conta de sua conduta, entre
outros motivos o médico espiritual Henrique de Luna fala do seu modo irritadiço
de tratar as pessoas: “...seu modo especial de conviver, muita vez exasperado e
sombrio, captava destruidoras vibrações naqueles que o ouviam. Nunca imaginou
que a cólera fosse manancial de forças negativas para nós mesmos? A ausência de
autodomínio, a inadvertência no trato com os semelhantes, aos quais muitas
vezes ofendeu sem refletir, conduziam-no frequentemente à esfera dos seres
doentes e inferiores. Tal circunstância agravou, de muito, o seu estado físico.”
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Melhore seu estado psicológico
A Psicologia Positiva afirma que as ...emoções positivas produzem e ampliam recursos psicológicos...1
Você já tinha pensado nisto? E nas implicações daí decorrentes? Vamos
explorar esta ideia.
Primeiro vamos pensar no oposto das emoções
positivas, as emoções negativas como medo, tristeza, raiva, ressentimento, etc.
O que você sente quando está com medo? Segurança? É óbvio que não,
provavelmente sentirá insegurança, receio, dúvida. E quando você está com
raiva, fica prudente, ponderado? Certamente que não! As emoções negativas
causam perturbação na personalidade como a somatização, confusão,
desequilíbrio, agressividade, etc. Nesse estado a pessoa fica com seus recursos
psicológicos reduzidos como a memória, a racionalidade, o juízo. Não quer dizer
que estas emoções não tenham sua função. Mas são resíduos dos instintos que vão
sendo superados no processo evolutivo e substituídos por recursos mais
sofisticados como a inteligência, o discernimento, a paciência...
Os achados da Psicologia Positiva
demonstram que as emoções positivas tais como contentamento, tranquilidade,
alegria, prazer, satisfação, serenidade, esperança e encantamento “produzem e
ampliam recursos psicológicos”. Isso que dizer o quê? Que a pessoa tem mais
acesso aos seus recursos psicológicos ou mentais: memória, discernimento,
perspicácia, inteligência. Ela tem uma visão mais consentânea de si mesma:
autoimagem, autoestima, autoconfiança, assertividade. Seu senso de realidade
fica mais apurado, sabendo discernir o que é prioritário do que é secundário. Neste
estado a pessoa fica mais bem disposta, mais positiva, consequentemente ela
sabe que sua vida tem sentido.
1. Seligman, M.E.P. – Florescer p. 78
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segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Você enxerga bem sua vida?
Desde quando reencarnamos vamos aprendendo a
perceber a vida de forma unilateral, ou seja, vemos apenas uma parte das coisas
como explica o benfeitor Aniceto no livro Os Mensageiros, página 77: “Quando na carne, somos muitas vezes inclinados a verificar tão
somente os efeitos, sem ponderar as origens. No mendigo, vemos apenas a
miséria; no enfermo, somente a ruína física. Faz-se indispensável identificar
as causas.” Por conta do condicionamento de ver parcialmente
as coisas, temos a impressão que vemos a realidade. Assim, a outra parte vai
ficando cada vez mais distante ou esquecida. Por conta disso a mente processa
automaticamente apenas uma parte dos acontecimentos:
no filho rebelde os pais veem apenas a criança sem
limites, desobediente...
na doença o foco limita-se ao incomodo da dor
na subprofissão o olhar recai sobre a exploração do
empregador
na carência afetiva a culpa é dos outros que não
veem as qualidades do carente
na gestação que não vinga justifica-se com as condições
orgânicas
Com esse olhar parcial parece que somos submissos às
circunstâncias imprevistas, elas vão se desenrolando desordenadamente e nos
arrastando. Precisamos superar a visão unilateral, aprendendo a observar, a
olhar, a perceber de forma integral para que as coisas tenham sentido.
1. o filho rebelde de hoje não é a pessoa que foi
prejudicada ou desrespeitada no passado?
2. a doença não é o resultado do mal-uso do corpo?
3. a pessoa irrealizada na profissão não é o
empregador désposta de ontem?
4. o carente afetivo de agora não é a pessoa
insensível que brincava com o sentimento alheio?
5. o casal frustrado em serem pais não são os
autores de abortos do passado?
A vida não começou agora e não estamos acabados,
prontos, somos seres multiexistenciais, imortais. A vida de hoje é a
continuação de outras etapas reencarnatórias, como será a base para vidas
futuras. Trazemos conquistas do passado que se apresentam em forma de aptidão/capacidade
e tendência/inclinação. As qualidades inatas são conquistas anteriores que podem
ser aperfeiçoadas, os transtornos e doenças congênitas, são heranças dos
desatinos do passado.
Os acontecimentos não são fortuitos, obedecem a Lei
de Causa e Efeito. Assim, nossas ações geram consequências que reverberam em
nós mesmos e no meio social, a fim de aprendermos com nossos feitos bons ou
ruins, para melhorar, qualificar nossas ações – enfim EVOLUIR sempre!
Referente aos 5 exemplos de ligação entre vidas
passadas e a vida presente, mostrando a manifestação da Lei de Causa e Efeito,
compreendemos, também, que nossas atitudes atuais negligentes podem precipitar
tais ocorrências. No entanto, em muitos casos as dificuldades vão se manifestar
desde tenra idade, evidenciando que são heranças de vidas anteriores.
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quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Curso: Aprenda a ser Otimista
No curso vamos abordar os seguintes
tópicos:
ü seu
pessimismo pode te levar a depressão
ü você
se sente errado, azarado?
ü como
você explica as coisas que te acontecem?
(estilo explicativo)
ü tenha
a hora certa para se preocupar
ü o
otimismo é a autodefesa da mente
ü suas
crenças dirigem sua vida
ü altos
e baixos da vida
ü veja
o lado positivo de uma situação negativa
ü conheça
seu melhor “Eu”
Vagas limitadas
Ligue e faça sua inscrição no telefone:
5539-1616 ou 3951-5505
Sócios do Clube Amigos da Boa Nova tem 30%
de desconto!
Dia 22 de novembro das 9 às 12hs. Valor do curso: $ 50,00
Sócio do Clube Amigos da Boa Nova: $ 35,00
Local do evento:
Unifai – Centro Universitário
Assunção
Rua Afonso Celso, 671
Atrás
da Estação Santa Cruz do Metrôquarta-feira, 28 de maio de 2014
Dias melhores
De vez em quando nos sentimos inquietos, há
um misto de saturação das nossas coisas e o desejo de situações novas –
queremos algo mais. Para obter respostas algumas pessoas fazem peregrinação
religiosa, outros se isolam nas florestas e montanhas, outros ainda buscam
gurus. Serão esses os dividendos dos descaminhos e do excesso de egoísmo?
Estamos sobrecarregados de desejos de consumo insaciáveis e pouco atento aos
anseios da alma? Os mestres da mídia consumista criam desejos falsos que
parecem as respostas para às nossas necessidades. Enquanto isso, esquecemos a
recomendação de Jesus “Buscai primeiro o Reino de Deus e sua justiça." Mt.
6:33
Na lição abaixo, Joanna de Ângelis, no
livro Lições par a Felicidade nos dá algumas sugestões para sair da inquietação
e programar dias melhores para nossa vida:
Mediante a orquestração de
pensamentos salutares, de leituras edificantes, de aprendizagem enobrecida, de
convivência harmônica ao lado de outros indivíduos, conseguirá programar o
futuro feliz, libertando-se, a pouco e pouco, do pessimismo, das angústias e
aflições, bem como das dificuldades que o desafiam, sabendo como
administrá-las.
terça-feira, 27 de maio de 2014
Efeitos dos Sentimentos
Negando-se aos sentimentos
elevados, o ser transita pelos sítios tumultuados do desespero a que se
entrega, quando poderia ascender aos planaltos da harmonia que o aguardam com
plenitude. Manoel P. de Miranda
Por experiência pessoal sabemos que os sentimentos
elevados como alegria, gratidão, esperança, amor, serenidade, etc., nos deixam
mais otimistas, mais autoconfiantes, mais lúcidos, enfim, ficamos melhores. Que
tal persistir em tais sentimentos para enxergarmos
melhor a vida e saber o que fazer?
Até quando vamos ser impulsivos,
agressivos, vingativos, birrentos, rancorosos? Como diz Manoel P. de Miranda acima
estes sentimentos levam ao desespero, parece que não há saída e não adianta
tentar. Será que é assim mesmo ou é uma ilusão?
Você já parou para pensar se o mundo é ruim
ou é imaginação sua? E se for projeções sua, ou seja, você vê no mundo
tormentos e problemas que são seus? Antes de encher as pessoas e o mundo de
acusações, procure superar os conflitos pessoais, procure ser mais simpático,
mais amistoso, mais esperançoso, mais otimista. Você pode descobrir que está no
paraíso e não sabia!
Não quer dizer que não haja problemas no mundo, sim os
há, são inerentes à sua classificação de Mundo de Expiação e Prova que abriga Espíritos
nesta idade evolutiva, como nós. Uma coisa é enfrentar os problemas naturais
que se apresenta, outra é complicar a vida.
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domingo, 4 de maio de 2014
Você está esperando o quê?
Muita gente passa pela prova da dúvida
sobre a imortalidade da alma e da reencarnação. Para elas, a esperança não vai
além da vida presente. A incerteza é desconcertante.
Por outro lado, muitos espíritas que já são
convictos de sua imortalidade e de sua trajetória reencarnatória, ainda cultivam
o homem velho com seus caprichos, exigências, vícios, intransigência, etc.,
justificando que ainda são humanos. O Espiritismo não nega a nossa humanidade e
nem o nosso grau evolutivo. Mas os conhecimentos que ele nos trouxe e revelou,
são convites para a melhoria pessoal e social, caso contrário para que
serviriam tais conhecimentos? Quanto a justificativa acima que somos seres humanos
ainda falhos, não devemos esquecer que também somos “inteligentes” e possuímos discernimento
para distinguir e escolher o que é melhor e ético.
Como somos imortais e tivemos milhares de
existências, é natural que temos impulsos e hábitos automatizados de
experiências anteriores que parecem fazer parte de nossa personalidade, quando
nos propomos a superá-los é difícil e algumas vezes parece impossível. No
entanto, com o treino contínuo de não mais repetir um pensamento ou um comportamento
prejudicial como a intolerância ou o uso de bebida alcoólica vamos superando-os,
e, ao mesmo tempo, exercitando e conquistando outras qualidades como a
tolerância e a calma. É inevitável que esse processo de melhoria exige empenho,
esforço, abrir mão de algumas coisas, paciência... Para servir de ilustração,
uma pessoa que queira se graduar em Psicologia, não basta apenas desejar e já será
um psicólogo. Ela precisará estudar para fazer o vestibular, quando entrar na
universidade vai assistir muitas aulas, fazer trabalhos e apresentá-los, deverá
cumprir determinando tempo de estágio, deverá ler muito, etc. Quando terminar a
graduação, é apenas um iniciante que precisa de cursos de aprimoramento, de especialização,
pós graduação, mestrado, doutorado... Assim, a mudança de padrões de
pensamentos, de emoções e de comportamento exige empenho, sem neurotizar a
transformação pessoal. No livro Roteiro, Emmanuel sintetiza esta incoerência
entre o conhecimento e o adiamento da prática:
Em verdade, meu amigo, terás
encontrado no Espiritismo a tua renovação mental.
O fenômeno terá modificado as
tuas convicções.
As conclusões filosóficas
alteraram, decerto, a tua visão do mundo.
Admites, agora, a
imortalidade do ser.
Sentes a excelsitude do teu
próprio destino.
Mas se essa transformação da inteligência não te
reergue o coração com o aperfeiçoamento íntimo, se os princípios que abraças
não te fazem melhor, à frente dos nossos irmãos da Humanidade, para que te
serve o conhecimento? Se uma força superior te não educa as emoções, se a
cultura te não dirige para a elevação do caráter e do sentimento, que fazes do
tesouro intelectual que a vida te confia?
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sábado, 3 de maio de 2014
Excesso de Preocupação
Precisamos aprender a parar e a se recompor
quando a vida fica tumultuada, porque a tendência é gerar mais tormentos com o
excesso de preocupação que leva a fixação mental no problema, ao descontrole
emocional, a somatização, a agressividade ou a reclusão. Este estado compromete
o discernimento e a ponderação. Conforme o grau de desequilíbrio da pessoa, conteúdos
de vidas passadas - que estão arquivadas no inconsciente -, podem fluir para o
consciente ou a mente atual gerando mais perturbação. Um exemplo de tal
descontrole é dado por Victor Hugo, no livro Árdua Ascensão, psicografado por
Divaldo P. Franco, com a personagem Augusta que havia perdido a mãe e
enfrentava as próprias angústias. Com isso o “eu
espiritual rompeu-lhe os depósitos do inconsciente, onde se arquivam as
existências pretéritas, passando a viver conflitos difíceis de ser elucidados.
Misturavam-se-lhe, no campo das ideias, as impressões mais vigorosas do ontem,
portanto, mais deprimentes, com os acontecimentos atuais, atordoantes e
desagradáveis.” Se no momento presente passamos por apuros não
podemos piorar a situação para não acontecer como no caso da Augusta, para não
ficarmos sobrecarregados. Precisamos aprender a buscar ajuda com um amigo, no
Centro Espírita, por meio da prece, na psicoterapia...
Vamos lembrar que as provas não se excedem às
nossas forças para enfrentá-las. No entanto, podemos piorar nossa vida ou
melhorar de acordo com o uso inteligente de nosso livre arbítrio.
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quarta-feira, 23 de abril de 2014
Ansiedade X Medo
O medo é quando uma situação apresenta
perigo real, como a aproximação de um assaltante armando, ou na iminência de um
acidente.
Na ansiedade a ameaça ou perigo não é real.
A pessoa não sai na rua imaginando que poderá ser assaltada ou sofrer um
acidente.
O psiquiatra Enrique Rojas no livro A
Ansiedade disserta:
“O medo é um temor específico, concreto, determinado
e objetivo perante algo que, de alguma forma, é externo a nós e aproxima-se trazendo
inquietude, desassossego, alarme. Aqui, a chave está na percepção de um perigo
real que ameaça em algum sentido. Dessa situação parte uma série de medidas defensivas
que têm o fim de esquivar, evitar ou superar essa intranquilidade. Essas medidas
são racionais e dependem do tipo de perigo concreto. Em cada caso a estratégia que
se fabrica é bem diferente, mas proporcional ao fato em si.
A ansiedade
é uma vivência de temor ante algo difuso, vago, abstrato, indefinido, diferente
do medo, que tem uma referência explícita. Ambos compartilham a impressão interior
de temor, impossibilidade de defesa, derrocada. Mas, enquanto no medo isso é produzido
por algo, na angústia (ou ansiedade) isso se produz por nada, as referências se
desvanecem. Daí podermos dizer, simplificando em excesso os conceitos, que o medo
é um temor com objeto, ao passo que a ansiedade é um temor impreciso, carente de
objeto exterior.”quarta-feira, 12 de março de 2014
Degustação - Árdua Ascensão
Estou lendo o livro “Árdua Ascensão” de
Victor Hugo, psicografado por Divaldo P. Franco. É incrível a clareza com que
Victor Hugo narra os acontecimentos. Para você degustar um pouco desta bela
obra, antes de lê-lo na íntegra (é uma sugestão), veja uma de suas colocações:
“...diante das próprias angústias, o eu
espiritual rompeu-lhe os depósitos do inconsciente, onde se arquivam as
existências pretéritas, passando a viver conflitos difíceis de ser elucidados.
Misturavam-se-lhe, no campo das ideias, as
impressões mais vigorosas do ontem, portanto, mais deprimentes, com os
acontecimentos atuais, atordoantes e desagradáveis.”
Veja como você lida com as angústias, para
que elas não acionem no inconsciente tormentos do passado.
domingo, 9 de março de 2014
O que você quer da vida?
Você acha que alguém o colocou aí?
Você tem autonomia para escolher ou alguém
escolhe por você?
A educação familiar conduziu sua vida até
aí?
A influência social pesou em suas decisões?
Você chegou aí consciente ou inconsciente?
Leia a elucidação de Emmanuel no livro Roteiro quanto a nossa
condição de protagonista em nossa vida:
A energia mental é o fermento vivo que
improvisa, altera, constringe, alarga, assimila, desassimila, integra,
pulveriza ou recompõe a matéria em todas as dimensões.
Por isso mesmo, somos o que decidimos,
possuímos o que desejamos, estamos onde preferimos e encontramos a vitória, a
derrota ou a estagnação, conforme imaginamos.
A história da Criação, no livro de Moisés,
idealizando o Senhor diante do abismo, simboliza a força da mente e perante o
cosmo.
“Faça-se a Luz - determinou a Divina
Vontade - e a luz se fez sobre as trevas”.
Por nossa vez, cada dia, proclamamos com as
nossas ideias, atitudes, palavras e atos: “Faça-se o destino!” E a vida nos
traz aquilo que dela reclamamos.
Os acontecimentos obedecem às nossas
intenções e provocações manifestas ou ocultas.
Encontraremos o que merecemos, porque
merecemos o que buscamos.
A existência, pois, para nós, em qualquer
parte, será invariavelmente segundo pensamos.
sábado, 8 de março de 2014
Poder Mental

No livro Reencontro com a Alma, Lerry
Dossey, especialista em medicina psicossomática conta a experiência de Sarah que
fez uma cirurgia para remover a vesícula, quando o médico fechava a incisão seu
coração parou de bater. Os médicos seguiram os procedimentos para reanimá-la,
logrando êxito. Mas, o que se seguiu daí deixou Sarah e a equipe médica
espantada. Sarah ficou com “uma nítida e detalhada memória da agitada conversa
dos cirurgiões e enfermeiras durante sua parada cardíaca; a disposição espacial
da sala de operação, as anotações no quadro de horários da antessala; o
penteado da ajudante de enfermagem; os nomes dos cirurgiões que estavam na sala
dos médicos, no fim do corredor, esperando a conclusão do seu caso; e mesmo o
fato insignificante de que o anestesiologista naquele dia estava usando meias
diferentes. Ela sabia de tudo isso, apesar de ter estado totalmente anestesiada
e inconsciente durante a cirurgia e a parada cardíaca.
Mas o que fazia essa visão de Sarah ainda
mais significativa era o fato de ser ela cega de nascimento.”
Tudo indica que a leitura que a Sarah fez
do ambiente e das pessoas foi por conta do desdobramento espiritual, tendo
clarividência ou parapercepção. Ela é cega no corpo físico, como espírito tem
suas faculdades preservadas. Como esclarece o Livros dos Espíritos:
Pergunta 245. A vista dos Espíritos é
circunscrita como nos seres corpóreos?
Resposta: Não, é uma faculdade geral.
Esta experiência é uma pequena amostra dos poderes
inimagináveis do Espírito, que somos nós! Quando um Espírito superior chega num
ambiente, ele faz a leitura do que está acontecendo lá, as condições das
pessoas encarnadas e desencarnadas – pode acessar as vidas anteriores ou o seu
futuro... Chegaremos lá, estamos a caminho. Exercitamos nossas
faculdades/perfectibilidade todos os dias como seres interexistenciais, vivendo
em várias dimensões. Treinamos nossas faculdades diariamente, como a
psicometria, a assimilação e a desassimilação de energia, telepatia,
clarividência, clariaudiência, desdobramento, retrocognição, precognição;
psicofonia e psicografia, etc. Os 5 sentidos são nossa escola primária, o
Universo se desdobra ao infinito além deles...
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Memórias de um Suicida
Terminei de ouvir a Radionovela Memórias de
um Suicida, é uma produção de alta qualidade. Já havia lido o livro algumas
vezes, agora com a audição me ajudou mais ainda a assimilar o conteúdo
extraordinário deste livro.
Os intérpretes ou artistas dão vida às
palavras gerando imagens e sons envolventes! Confira, não perca a chance de
tomar contato com o conteúdo desse livro/radionovela!
sábado, 15 de fevereiro de 2014
Cuide do seu cérebro!
Deepak Chopra e Rudolph E. Tanzi, no livro
Supercérebro explicam que “O coração e o fígado com que nascemos serão
essencialmente os mesmos órgãos quando morrermos. O cérebro, não. Ele é capaz
de se desenvolver e evoluir durante toda a vida. Invente coisas novas para ele
fazer e você se tornará dono de novas capacidades.”
Diante da colocação acima, façamos algumas
reflexões:
- nosso cérebro é subutilizado?
- nossa vida é uma mesmice?
- seguimos padrões fossilizados?
- temos medo do novo?
- o medo e a insegurança dão as cartas?
- nos contentamos em ler apenas 2 livros em um ano?
- assistimos programas que desagregam?
- adotamos o materialismo fracassado?
- seguimos costumes ultrapassados?
- temos superstições?
- fazemos generalizações: sempre, nunca, todo mundo...
- não nos inquietamos com o Universo?
- ...
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Qual o foco de sua vida: doença ou saúde?
As pessoas regidas pela doença ou pelo sofrimento
não estão atrás da saúde ou do equilíbrio, estão ansiosamente procurando fugir
da dor, consertar o que está danificado. Enquanto isso, as pessoas conduzidas
pela saúde procuram desenvolver suas qualidades.
Confira a tabela proposta pela psicóloga Miriam
Akhtar, no livro Vencer a Depressão, onde você se encaixa?
Modelo da Doença Modelo
da Saúde
(depressão, ansiedade, (felicidade, bem-estar
raiva, neurose) satisfação, alegria)
consertar o pior da vida desenvolver
o melhor da vida
foco nos pontos fracos foco nos pontos fortes
curar a doença desenvolver o bem estar
fugir à infelicidade aumentar a felicidade
ultrapassar as deficiências desenvolver competências
evitar a dor encontrar prazer
Você é adepto de qual modelo?
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Escritor, palestrante, professor leia isto!
Silveira Sampaio quando encarnado foi Autor, Ator, Diretor, Médico e
Empresário, escreveu peças de teatro.
Depois que desencarnou escreveu através de Zibia Gasparetto três livros:
Bate papo com o Além, O mundo em que eu vivo e Pare de sofrer.
No livro Bate papo com o Além ele conta uma surpreendente experiência que
teve na vida espiritual, o curso de Responsabilidade que participou.
Diz Silveira: “Nosso modo de viver, nossas
mensagens e imagens, tudo quanto fazemos é registrado pelos outros, e dessa
forma nossa influência pode mudar seu comportamento e interferir no seu livre
arbítrio. Portanto, precisamos saber como proceder.
Quantas coisas fizemos motivados pelos exemplos de outras pessoas? Vai daí
que, quando erramos, podemos arrastar conosco várias pessoas, e embora elas
sejam fracas e também responsáveis, não deixamos de ter concorrido para isso.
Mas o pior mesmo não é isso. Todos nos influenciamos pelo comportamento
ainda falho e leviano, e somos enleados pelos fios incontáveis dos compromissos
recíprocos, solicitando reajuste. O mais grave é o líder, o escritor, o homem
que transmite uma mensagem e os outros aceitam. O que tem verve para ser
ouvido, acatado.. Suas palavras são repetidas, saboreadas, compreendidas. Ele
por certo é aceito pelos que estão em sua faixa de gravitação mental, no mesmo
nível em que se expressa; mas vejam bem, mesmo assim isso não o exime de
responder pelo que disse ou fez, já que ele poderia melhorar e elevar essas
criaturas que o aceitam e o admiram.
Sim, meus amigos, a responsabilidade do escritor, do contador de histórias,
do literato é muito grande.
Nesse curso estamos vários autores, muitos célebres no mundo, o que me
deixa menos triste, porquanto eu, ao lado deles, represento nada. Conforta-me
saber que se até eles erraram, eu então até que posso me considerar menos ruim.
Mas que tal é o curso?
Filmes nos mostrando a trajetória com todas as consequências de uma obra
escolhida como tema. Vocês sabem que eles têm um registro de todos os
acontecimentos do mundo e, o que é mais interessante, abrangendo as várias
dimensões da vida ao mesmo tempo? Terei sido claro?
Ver ao mesmo tempo o que aconteceu na Terra e na dimensão do nosso mundo. É
tão emocionante que supera o filme mais bem urdido por Hitchcock. Ver o homem
encarnado agindo, seus pensamentos, os pensamentos dos outros homens que com
ele se relacionam e ainda os vários espíritos que os acompanham tentando
influenciá-los, alguns para o bem, outros para o mal.
Ah!, que torcida! Vocês podem imaginar. Os bons são os "mocinhos"
simpáticos, os "maus" são os bandidos. O pior é que os homens muitas
vezes ouvem mais os "bandidos" do que os "mocinhos". Mas, o
que fazer?, afinidade é lei da Natureza.
Somos mais de 50 estudantes nessa classe. A cada dia eles focalizam uma
obra de um dos alunos, mostrando sua trajetória. Já pensaram como é emocionante
para um escritor lançar uma edição e poder acompanhar cada livro, saber quem o
manuseou, o que sentiu, como o recebeu, que sentimentos provocou neles, quais
as implicações emocionais resultantes, sua opinião a nosso respeito?
Não acham formidável? É..., nenhum de nós podia imaginar uma coisa dessas.
Cada dia é um na berlinda, e nós, apesar de edificados com a aula, não
conseguíamos nos libertar do prazer maroto de dissecar intelectualmente nosso
companheiro em foco.
Mas como a justiça é mãe de todos, veio lá o dia em que assistimos, num
teatro de São Paulo, a representação de "No País dos Cadilaques".
Pela primeira vez perdi o dom da palavra. Fiquei mudo. Apesar de não ser
peça pornográfica, os enfoques eram maliciosos e pude ver como a imaginação
ágil dos espectadores vestia e desvestia minhas ideias, conduzindo-as a
extremos verdadeiramente lamentáveis.
A crítica aos costumes que eu me orgulhava de haver formulado assumia forma
grosseira e sem expressão, pela maneira com que eu expressara minhas ideias.
Vi, estarrecido, espíritos perturbadores, em atitudes zombeteiras,
colarem-se a alguns destes assistentes de forma tão repelente que me fez
empalidecer.
Quis sumir dali. Não ter jamais escrito nada, ser analfabeto e burro. Mas
não pude. Tive ainda que acompanhar vários deles depois do espetáculo, para ver
onde e a que extremos minhas imagens os conduziriam.
Confesso que não tive a intenção de brincar, embora os colegas, por sua
vez, tirassem sua desforra da minha cara sem graça.
Saí da aula sério, pensativo, sóbrio e circunspecto.
É..., sei que preciso mudar...
Quais marcas estamos deixando no mundo e nas pessoas?
sábado, 18 de janeiro de 2014
Alegria prolonga a vida
A revista Mente e Cérebro de dezembro de 2007 relata o efeito
da alegria no prolongamento da vida. Isso suscita pensar que a tristeza e o mau
humor diminuem o tempo de vida. Precisamos aprender a ser alegres, a sorrir
mais, a ver o lado bom dos acontecimentos, a valorizar as coisas boas que
acontecem. Por motivos familiares e sociais aprendemos a nos queixar, a
reclamar, a xingar, a desconfiar, enfim, a ver o lado ruim da vida. Assim nos
intoxicamos com nossas ideias e emoções perturbadoras, alterando nossas
energias e fisiologia – antecipando nossa desencarnação. Isso é suicídio
indireto!
Se o baixo-astral traz energias doentias, tóxicas, o alto-astral,
a alegria, a esperança... produzem saúde, equilíbrio, lucidez, confiança. Qual
é a sua opção?
Abaixo segue os dados do artigo:
Há 70 anos, Cecilia O’Payne fez
seus votos perpétuos na congregação das Irmãs Pobres de Nossa Senhora em
Milwaukee, Estados Unidos. Na ocasião, a madre superiora lhe pediu que
escrevesse um breve relato sobre a própria vida, incluindo fatos decisivos da
infância e dos tempos de escola, bem como experiências de natureza religiosa
que tivessem contribuído para levá-la ao convento.
Décadas depois, o relato de
Cecilia foi publicado, juntamente com as anotações de outras noviças que haviam
ingressado na congregação na mesma época. Três psicólogos da Universidade de
Kentucky decidiram examinar o material. Eles realizaram, na ocasião, um amplo
estudo sobre envelhecimento e mal de Alzheimer. Os psicólogos David Snowdon,
Wallace Friesen e Deborah Danner avaliaram 178 relatos autobiográficos, a fim
de definir seu “teor emocional” com base em manifestações de felicidade,
interesse, amor e esperança. O que observaram foi notável: aparentemente, as
freiras alegres viveram até dez anos mais que as que pouco enxergavam o lado
bom de sua existência terrena.
Há
muito tempo cientistas notaram que, em geral, as pessoas que se sentem bem
vivem mais.
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