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domingo, 13 de maio de 2018
01 Conduta Espírita - Programa Desafios e Soluções exibido em 07/10/16
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terça-feira, 17 de novembro de 2015
sábado, 19 de setembro de 2015
Ascendência Espiritual
Como seres imortais e multiexistenciais nosso estado atual de
doença/saúde, equilíbrio/desequilíbrio, sociabilidade/insociabilidade..., não é
uma realização exclusivamente do presente, há um encadeamento entre as
reencarnações anteriores e a atual. O condicionamento social amamentado pela
concepção materialista faz crer que tudo procede do corpo e do meio ambiente. Estes
fatores têm o seu percentual de influência, é claro, mas não é tudo. O ser que
anima o corpo, que movimenta o meio ambiente, ou seja, o Espírito, ao
reencarnar traz a história de suas vivências milenares em sua mente ou
inconsciente coletivo que compõe seu repertório evolutivo. No livro Rejubila-te
em Deus, página 62, Joanna de Ângelis elucida:
“em todo problema na área da saúde ou do comportamento humano, o enfermo é sempre o Espírito que se encontra em processo de recuperação do seu passado delituoso, experienciando as consequências das ações infelizes que se permitiu praticar antes do berço atual.”
Vemos aí a ascendência do Espírito sobre o corpo e o meio social. Portanto,
não somos reféns das condições exteriores, elas estão a serviço do Espírito,
com suas restrições e possibilidades.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Você enxerga bem sua vida?
Desde quando reencarnamos vamos aprendendo a
perceber a vida de forma unilateral, ou seja, vemos apenas uma parte das coisas
como explica o benfeitor Aniceto no livro Os Mensageiros, página 77: “Quando na carne, somos muitas vezes inclinados a verificar tão
somente os efeitos, sem ponderar as origens. No mendigo, vemos apenas a
miséria; no enfermo, somente a ruína física. Faz-se indispensável identificar
as causas.” Por conta do condicionamento de ver parcialmente
as coisas, temos a impressão que vemos a realidade. Assim, a outra parte vai
ficando cada vez mais distante ou esquecida. Por conta disso a mente processa
automaticamente apenas uma parte dos acontecimentos:
no filho rebelde os pais veem apenas a criança sem
limites, desobediente...
na doença o foco limita-se ao incomodo da dor
na subprofissão o olhar recai sobre a exploração do
empregador
na carência afetiva a culpa é dos outros que não
veem as qualidades do carente
na gestação que não vinga justifica-se com as condições
orgânicas
Com esse olhar parcial parece que somos submissos às
circunstâncias imprevistas, elas vão se desenrolando desordenadamente e nos
arrastando. Precisamos superar a visão unilateral, aprendendo a observar, a
olhar, a perceber de forma integral para que as coisas tenham sentido.
1. o filho rebelde de hoje não é a pessoa que foi
prejudicada ou desrespeitada no passado?
2. a doença não é o resultado do mal-uso do corpo?
3. a pessoa irrealizada na profissão não é o
empregador désposta de ontem?
4. o carente afetivo de agora não é a pessoa
insensível que brincava com o sentimento alheio?
5. o casal frustrado em serem pais não são os
autores de abortos do passado?
A vida não começou agora e não estamos acabados,
prontos, somos seres multiexistenciais, imortais. A vida de hoje é a
continuação de outras etapas reencarnatórias, como será a base para vidas
futuras. Trazemos conquistas do passado que se apresentam em forma de aptidão/capacidade
e tendência/inclinação. As qualidades inatas são conquistas anteriores que podem
ser aperfeiçoadas, os transtornos e doenças congênitas, são heranças dos
desatinos do passado.
Os acontecimentos não são fortuitos, obedecem a Lei
de Causa e Efeito. Assim, nossas ações geram consequências que reverberam em
nós mesmos e no meio social, a fim de aprendermos com nossos feitos bons ou
ruins, para melhorar, qualificar nossas ações – enfim EVOLUIR sempre!
Referente aos 5 exemplos de ligação entre vidas
passadas e a vida presente, mostrando a manifestação da Lei de Causa e Efeito,
compreendemos, também, que nossas atitudes atuais negligentes podem precipitar
tais ocorrências. No entanto, em muitos casos as dificuldades vão se manifestar
desde tenra idade, evidenciando que são heranças de vidas anteriores.
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domingo, 4 de maio de 2014
Você está esperando o quê?
Muita gente passa pela prova da dúvida
sobre a imortalidade da alma e da reencarnação. Para elas, a esperança não vai
além da vida presente. A incerteza é desconcertante.
Por outro lado, muitos espíritas que já são
convictos de sua imortalidade e de sua trajetória reencarnatória, ainda cultivam
o homem velho com seus caprichos, exigências, vícios, intransigência, etc.,
justificando que ainda são humanos. O Espiritismo não nega a nossa humanidade e
nem o nosso grau evolutivo. Mas os conhecimentos que ele nos trouxe e revelou,
são convites para a melhoria pessoal e social, caso contrário para que
serviriam tais conhecimentos? Quanto a justificativa acima que somos seres humanos
ainda falhos, não devemos esquecer que também somos “inteligentes” e possuímos discernimento
para distinguir e escolher o que é melhor e ético.
Como somos imortais e tivemos milhares de
existências, é natural que temos impulsos e hábitos automatizados de
experiências anteriores que parecem fazer parte de nossa personalidade, quando
nos propomos a superá-los é difícil e algumas vezes parece impossível. No
entanto, com o treino contínuo de não mais repetir um pensamento ou um comportamento
prejudicial como a intolerância ou o uso de bebida alcoólica vamos superando-os,
e, ao mesmo tempo, exercitando e conquistando outras qualidades como a
tolerância e a calma. É inevitável que esse processo de melhoria exige empenho,
esforço, abrir mão de algumas coisas, paciência... Para servir de ilustração,
uma pessoa que queira se graduar em Psicologia, não basta apenas desejar e já será
um psicólogo. Ela precisará estudar para fazer o vestibular, quando entrar na
universidade vai assistir muitas aulas, fazer trabalhos e apresentá-los, deverá
cumprir determinando tempo de estágio, deverá ler muito, etc. Quando terminar a
graduação, é apenas um iniciante que precisa de cursos de aprimoramento, de especialização,
pós graduação, mestrado, doutorado... Assim, a mudança de padrões de
pensamentos, de emoções e de comportamento exige empenho, sem neurotizar a
transformação pessoal. No livro Roteiro, Emmanuel sintetiza esta incoerência
entre o conhecimento e o adiamento da prática:
Em verdade, meu amigo, terás
encontrado no Espiritismo a tua renovação mental.
O fenômeno terá modificado as
tuas convicções.
As conclusões filosóficas
alteraram, decerto, a tua visão do mundo.
Admites, agora, a
imortalidade do ser.
Sentes a excelsitude do teu
próprio destino.
Mas se essa transformação da inteligência não te
reergue o coração com o aperfeiçoamento íntimo, se os princípios que abraças
não te fazem melhor, à frente dos nossos irmãos da Humanidade, para que te
serve o conhecimento? Se uma força superior te não educa as emoções, se a
cultura te não dirige para a elevação do caráter e do sentimento, que fazes do
tesouro intelectual que a vida te confia?
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sábado, 8 de março de 2014
Memórias de um Suicida
Terminei de ouvir a Radionovela Memórias de
um Suicida, é uma produção de alta qualidade. Já havia lido o livro algumas
vezes, agora com a audição me ajudou mais ainda a assimilar o conteúdo
extraordinário deste livro.
Os intérpretes ou artistas dão vida às
palavras gerando imagens e sons envolventes! Confira, não perca a chance de
tomar contato com o conteúdo desse livro/radionovela!
segunda-feira, 25 de março de 2013
Amor ou Câncer, qual ganha?
Amor ou câncer, qual deles vence? O amor uniu as almas, o
câncer separou os corpos. Veja nesse vídeo que o câncer não conseguiu separar o
casal que se ama verdadeiramente. A estética do corpo, do dinheiro, do
prestígio é insuficiente para aplacar o amor. São pessoas amadurecidas... Sim, o
câncer separou os corpos, mas não conseguirá deter o encontro inevitável dos
amantes na vida imortal!domingo, 24 de março de 2013
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