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terça-feira, 27 de maio de 2014

Efeitos dos Sentimentos

Negando-se aos sentimentos elevados, o ser transita pelos sítios tumultuados do desespero a que se entrega, quando poderia ascender aos planaltos da harmonia que o aguar­dam com plenitude. Manoel P. de Miranda

Por experiência pessoal sabemos que os sentimentos elevados como alegria, gratidão, esperança, amor, serenidade, etc., nos deixam mais otimistas, mais autoconfiantes, mais lúcidos, enfim, ficamos melhores. Que tal persistir em tais sentimentos para enxergarmos melhor a vida e saber o que fazer?
Até quando vamos ser impulsivos, agressivos, vingativos, birrentos, rancorosos? Como diz Manoel P. de Miranda acima estes sentimentos levam ao desespero, parece que não há saída e não adianta tentar. Será que é assim mesmo ou é uma ilusão?
Você já parou para pensar se o mundo é ruim ou é imaginação sua? E se for projeções sua, ou seja, você vê no mundo tormentos e problemas que são seus? Antes de encher as pessoas e o mundo de acusações, procure superar os conflitos pessoais, procure ser mais simpático, mais amistoso, mais esperançoso, mais otimista. Você pode descobrir que está no paraíso e não sabia!
Não quer dizer que não haja problemas no mundo, sim os há, são inerentes à sua classificação de Mundo de Expiação e Prova que abriga Espíritos nesta idade evolutiva, como nós. Uma coisa é enfrentar os problemas naturais que se apresenta, outra é complicar a vida.

sábado, 3 de maio de 2014

Excesso de Preocupação

Precisamos aprender a parar e a se recompor quando a vida fica tumultuada, porque a tendência é gerar mais tormentos com o excesso de preocupação que leva a fixação mental no problema, ao descontrole emocional, a somatização, a agressividade ou a reclusão. Este estado compromete o discernimento e a ponderação. Conforme o grau de desequilíbrio da pessoa, conteúdos de vidas passadas - que estão arquivadas no inconsciente -, podem fluir para o consciente ou a mente atual gerando mais perturbação. Um exemplo de tal descontrole é dado por Victor Hugo, no livro Árdua Ascensão, psicografado por Divaldo P. Franco, com a personagem Augusta que havia perdido a mãe e enfrentava as próprias angústias. Com isso o “eu espiritual rompeu-lhe os depósitos do inconsciente, onde se arquivam as existências pretéritas, passando a viver conflitos difíceis de ser elucidados. Misturavam-se-lhe, no campo das ideias, as impressões mais vigorosas do ontem, portanto, mais deprimentes, com os acontecimentos atuais, atordoantes e desagradáveis.” Se no momento presente passamos por apuros não podemos piorar a situação para não acontecer como no caso da Augusta, para não ficarmos sobrecarregados. Precisamos aprender a buscar ajuda com um amigo, no Centro Espírita, por meio da prece, na psicoterapia...

Vamos lembrar que as provas não se excedem às nossas forças para enfrentá-las. No entanto, podemos piorar nossa vida ou melhorar de acordo com o uso inteligente de nosso livre arbítrio.