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terça-feira, 17 de novembro de 2015
domingo, 12 de julho de 2015
Tempo
Tempo
Como cuidamos de nosso tempo? Quando
termina o dia, a semana, o mês, estamos satisfeitos?
Temos a sensação de tempo perdido ou
bem aproveitado?
Onde você busca referência para aferir
seu tempo?
No livro Obreiros de Vida Eterna, c.
2, o benfeitor Cornélio esclarece:
Se estamos... verdadeiramente interessados na elevação, constitui-nos inalienável dever o conhecimento exato do valor “tempo” estimando-lhe a preciosidade e definindo cada coisa e situação em lugar próprio...
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Equilíbrio - desequilíbrio
A
expressão brincar com fogo quer dizer
que quem brinca com fogo pode se queimar. Racionalmente alguns,
superficialmente outros, dizem não querer se queimar. Mas, sem perceber, ou
percebendo, muitos, lá estão às voltas com o fogo.
O
Espírito Manoel P. de Miranda diz que “É muito diáfana a linha divisória entre
a sanidade e o desequilíbrio mental.”1 É muito sutil o movimento de
um para outro estado. No Planeta de expiação e prova, adotamos comportamentos
inadequados como se fossem “normais”. Por exemplo, muitas pessoas justificam
que a lamentação é um meio de colocar para fora o que a incomoda. Parece
inocente e sem consequências. No entanto, não é o que pensa os benfeitores
espirituais. No livro Nosso Lar, o benfeitor Clarêncio depois de ouvir André
Luiz lamentar-se de sua condição de recém-desencarnado e de ter deixado a
esposa e os filhos, adverte-o de que “Lamentação denota enfermidade mental e
enfermidade de curso laborioso e tratamento difícil.”2 A pessoa que
lamenta se coloca como vítima da vida, como se ela não tivesse feito nada para
estar onde está. Além disso, o teor de seus pensamentos são tóxicos afetando
seu corpo físico e o perispírito.
Para
melhor explicitar a permissividade em brincar com o fogo, Manoel P. de
Miranda disserta: “Ligeira excitação,
alguma ocorrência depressiva, uma ansiedade, ou um momento de mágoa, a escassez
de recursos financeiros, o impedimento social, a ausência de um trabalho digno
entre muitos outros fatores, podem levar o homem a transferir-se para a outra
faixa da saúde mental, alienando-se, temporariamente, e logo podendo retornar à
posição regular, à de sanidade.”3 A detenção demorada em alguma
dessas situações pode tornar a recomposição mais difícil. Isso porque, a
fixação mental pode ter vários desdobramentos como a polarização da mente em
apenas um ponto, perdendo a polivalência; a evocação ou ressonância no inconsciente
de conteúdo/experiência semelhantes; a sintonia com obsessores que vão
intensificar a perturbação. A ruminação das ideias favorece esse desequilíbrio.
Quanto tempo nos permitimos ficar detido em uma ideia ou lembrança, dez
minutos, uma hora, um mês, um ano, um século?
Precisamos
ser proativos diante de situações que podem nos complicar, tomando providências
que impeçam a perda da autonomia. Pensar excessivamente em um problema torna-o
maior do que é, distorce o seu significado, vicia a mente levando-a a fixação.
Faça
um acordo com você, se em quinze minutos você não resolveu a questão, deixa
para pensar mais tarde. Quando estamos de “cabeça fria” temos mais acesso aos
nossos recursos psíquicos.
Referência:
1, 3.
Divaldo P. Franco/Manoel P. de Miranda - Nas Fronteiras da Loucura – 2006
2.
Francisco C. Xavier/André Luiz – Nosso Lar - 2008
Marcadores:
André Luiz,
Ansiedade,
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Prova,
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segunda-feira, 11 de maio de 2015
Armazéns Divinos
Quando uma pessoa fica na fossa, qual o padrão de suas
lembranças? Provavelmente lembrará das decepções amorosas, as rejeições, as
brigas...
Uma pessoa pessimista tende a achar que seu problema vai durar
para sempre. Portando, não tem perspectiva, desiste de tentar superar.
O padrão da negatividade leva às lembranças perturbadoras como
perda, morte, doença, rejeição, carência, etc. Neste estado a pessoa fica cega
para as oportunidades ou alternativas que a vida lhe oferece. Assim, ela se
acha abandonada, esquecida, desamada, e sem esperança. A alta taxa de
negatividade atraí pessoas encarnadas e desencarnadas problemáticas ao seu
lado, como também provoca acidentes e brigas. Essa pessoa tem a impressão que o
mundo conspira contra ela, não percebendo que ela se fez como um imã atrator de
desastres.
Por outro lado, a pessoa que se esforça para melhorar, que cessa de reclamar, que busca ver o lado
bom da vida está propiciando bons acontecimentos. Como ensina o benfeitor
Eusébio no livro No Mundo Maior, pagina 37: “Vinculai-vos,
pela oração e pelo trabalho construtivo, aos planos superiores, e estes vos
proporcionarão contacto com os Armazéns Divinos, que suprem a cada um de nós
segundo a justa necessidade.”
A pessoa perturbada reclama dos Armazéns Divinos provisões
desnecessárias que vem reforçar seus caprichos egoísticos. No segundo exemplo,
da pessoa esforçada, pela oração e pelo trabalho construtivo, vincula-se aos
planos superiores aclarando sua mente para saber o que é melhor e necessário.
Às vezes não precisamos de mais provisões, e sim enxergar os recursos que já
estão ao nosso dispor e são desdenhados ou subutilizados.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Assertividade X Grosseria
Uma atitude importante para nosso relacionamento interpessoal
é a assertividade, definido pelo dicionário Houaiss como “que demonstra
segurança, decisão e firmeza nas atitudes e palavras” A pessoa assertiva expõe
e defende suas ideias respeitando a opinião de seu interlocutor. Uma pessoa
insegura e tímida terá dificuldade em ser assertiva, ela acha suas ideias bobas
e descabidas, por isso, evita expressá-las. Quanto mais nega o que pensa mais
conflito gera em sua personalidade, ficando mais insegura. Há quem confunda
grosseria com assertividade e afirmam: “não tenho papas na língua”, falo o que
penso!; o que equivale dizer que ela fala sem medir as palavras não importando
se vai ferir ou não o outro. Esta pessoa acha que não é responsável pelo que
fala e pelo que faz. E se o seu interlocutor estiver a um passo de desistir da
vida, e sua colocação precipitá-lo a algo grave? Nossa palavra é uma fagulha de
esperança ou um punhal mortal? André Luiz no livro Evolução em Dois Mundos,
capítulo 11 instrui: “Incorporando a responsabilidade, a consciência vibra desperta
e, pela consciência desperta, os princípios de ação e reação funcionam,
exatos, dentro do próprio ser, assegurando-se a liberdade de escolha e
impondo-lhe, mecanicamente os resultados respectivos, tanto na esfera física
quanto no Mundo Espiritual.” Portanto, somos responsáveis pelo que pensamos,
sentimos e fazemos no contato com os outros e com o mundo, formando vínculos
construtivos ou perturbadores que deveremos consertá-los. Aprofundando o
resultado de nossa comunicação com os outros, André Luiz no livro Mecanismo da
Mediunidade, capítulo 16, esclarece sobre os efeitos advindos de nossos
pensamentos e atitudes: “Pensando ou conversando constantemente sobre agentes
enfermiços, quais sejam a acusação indébita e a critica destrutiva, o deboche e
a crueldade, incorporamos de imediato, a influência das criaturas encarnadas e
desencarnadas que os alimentam, porque o ato de voltar a semelhantes temas,
contrários aos princípios que ajudam a vida e a regeneram, se transforma em reflexo Condicionado
de caráter doentio, automatizando-nos a capacidade de transmitir tais agentes
mórbidos, responsáveis por largo acervo de enfermidade e desequilíbrio.” Assim,
o “senhor sem papas na língua”, ou a pessoa maliciosa, fofoqueira, maledicente
ao ser maldosa e dura com o seu próximo incorpora em si mesmo todo mal que semeou.
André Luiz conta sua própria experiência no livro Nosso Lar, a
respeito de sua desencarnação antes da hora por conta de sua conduta, entre
outros motivos o médico espiritual Henrique de Luna fala do seu modo irritadiço
de tratar as pessoas: “...seu modo especial de conviver, muita vez exasperado e
sombrio, captava destruidoras vibrações naqueles que o ouviam. Nunca imaginou
que a cólera fosse manancial de forças negativas para nós mesmos? A ausência de
autodomínio, a inadvertência no trato com os semelhantes, aos quais muitas
vezes ofendeu sem refletir, conduziam-no frequentemente à esfera dos seres
doentes e inferiores. Tal circunstância agravou, de muito, o seu estado físico.”
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Você enxerga bem sua vida?
Desde quando reencarnamos vamos aprendendo a
perceber a vida de forma unilateral, ou seja, vemos apenas uma parte das coisas
como explica o benfeitor Aniceto no livro Os Mensageiros, página 77: “Quando na carne, somos muitas vezes inclinados a verificar tão
somente os efeitos, sem ponderar as origens. No mendigo, vemos apenas a
miséria; no enfermo, somente a ruína física. Faz-se indispensável identificar
as causas.” Por conta do condicionamento de ver parcialmente
as coisas, temos a impressão que vemos a realidade. Assim, a outra parte vai
ficando cada vez mais distante ou esquecida. Por conta disso a mente processa
automaticamente apenas uma parte dos acontecimentos:
no filho rebelde os pais veem apenas a criança sem
limites, desobediente...
na doença o foco limita-se ao incomodo da dor
na subprofissão o olhar recai sobre a exploração do
empregador
na carência afetiva a culpa é dos outros que não
veem as qualidades do carente
na gestação que não vinga justifica-se com as condições
orgânicas
Com esse olhar parcial parece que somos submissos às
circunstâncias imprevistas, elas vão se desenrolando desordenadamente e nos
arrastando. Precisamos superar a visão unilateral, aprendendo a observar, a
olhar, a perceber de forma integral para que as coisas tenham sentido.
1. o filho rebelde de hoje não é a pessoa que foi
prejudicada ou desrespeitada no passado?
2. a doença não é o resultado do mal-uso do corpo?
3. a pessoa irrealizada na profissão não é o
empregador désposta de ontem?
4. o carente afetivo de agora não é a pessoa
insensível que brincava com o sentimento alheio?
5. o casal frustrado em serem pais não são os
autores de abortos do passado?
A vida não começou agora e não estamos acabados,
prontos, somos seres multiexistenciais, imortais. A vida de hoje é a
continuação de outras etapas reencarnatórias, como será a base para vidas
futuras. Trazemos conquistas do passado que se apresentam em forma de aptidão/capacidade
e tendência/inclinação. As qualidades inatas são conquistas anteriores que podem
ser aperfeiçoadas, os transtornos e doenças congênitas, são heranças dos
desatinos do passado.
Os acontecimentos não são fortuitos, obedecem a Lei
de Causa e Efeito. Assim, nossas ações geram consequências que reverberam em
nós mesmos e no meio social, a fim de aprendermos com nossos feitos bons ou
ruins, para melhorar, qualificar nossas ações – enfim EVOLUIR sempre!
Referente aos 5 exemplos de ligação entre vidas
passadas e a vida presente, mostrando a manifestação da Lei de Causa e Efeito,
compreendemos, também, que nossas atitudes atuais negligentes podem precipitar
tais ocorrências. No entanto, em muitos casos as dificuldades vão se manifestar
desde tenra idade, evidenciando que são heranças de vidas anteriores.
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