Mostrando postagens com marcador Orgulho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Orgulho. Mostrar todas as postagens

sábado, 22 de outubro de 2011

Quem você pensa que é?



Algumas vezes exaltados temos surto de imaturidade e nos tornamos hilários, como por exemplo, soltando afirmação, ou, quem sabe, uma piada como esta: Você sabe com quem está falando? Para responder a indagação do surtado, o filósofo Mario Sergio Cortella faz uma explanação para situá-lo no panorama cósmico.





quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Você é Inteligente?


O que se espera de um ego bem estruturado, adulto, é que ele enfrente os desafios da vida. Isso não quer dizer que a pessoa tenha que acertar sempre, ser vitorioso, isso é uma exigência neurótica. Não há nenhum problema em acertar, o problema é a exigência doentia alimentada pelo orgulho – é a arrogância de querer ser o melhor para se mostrar para os outros. Acertos e erros ainda fazem parte de nosso desenvolvimento.
O ego imaturo, é introjetivo, engole os valores da sociedade sem reservas como verdades absolutas, tais como:

º   busca a segurança e a estabilidade
º   confunde meios com fins
º   quer levar vantagem
º   quer ser um ganhador a qualquer preço
º   quer curtir a vida ao máximo, sem moral
º   quer ter o corpo perfeito
º   quer ser admirado
º   se avalia pelo que tem e pelo poder

Quando não é guiado por esses valores, é marcado por desqualificações da personalidade:

º   só comigo as coisas não dão certo
º   sempre levo desvantagem
º   os outros me fazem infelizes
º   enfim, sou uma droga

O que é inteligência para essas pessoas? É algo ligado aos seus tormentos. É uma faculdade que serve para levar vantagem ou para se massacrar, conforme o primeiro ou o segundo grupo respectivamente. Você se enquadra em algum deles?

Numa visão a contramão do que foi exposto, Waldo Vieira no livro 700 Experimentos da Consciênciologia, explana: “Você veio à vida intrafísica para servir (assistencialidade) às outras consciências. Em seus anelos e evocações, coloque os semelhantes em primeiro lugar; seja inteligente: desista de pedir exclusivamente para você.”   Para o egoísta essa proposta é um insulto aos seus direitos... blá... blá... blá... O blá, blá blá é uma porção de sofismas encadeados até o infinito. Para o ego enfermo servir ao próximo é tirar de si, é se negar, se colocar para trás, é ficar sem... Ele não consegue alcançar a proposta, ele vive num mundo de faltas, de privações, de pobreza. Ele tem que acumular, guardar, esconder, senão vai faltar. O Waldo fala em sua assertiva: desista de pedir exclusivamente para você, o que fica subentendido não pedir, não fazer somente para nós, mas incluir o outro em nossos apelos e ajudas. O que vai nos fazer crescer é praticar o bem, não ajuntar dinheiro embaixo do colchão. Servir é colocar nossos talentos, faculdades, habilidades em ação; é estimular os potenciais latentes a florescer!