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sábado, 19 de setembro de 2015

Ascendência Espiritual

Como seres imortais e multiexistenciais nosso estado atual de doença/saúde, equilíbrio/desequilíbrio, sociabilidade/insociabilidade..., não é uma realização exclusivamente do presente, há um encadeamento entre as reencarnações anteriores e a atual. O condicionamento social amamentado pela concepção materialista faz crer que tudo procede do corpo e do meio ambiente. Estes fatores têm o seu percentual de influência, é claro, mas não é tudo. O ser que anima o corpo, que movimenta o meio ambiente, ou seja, o Espírito, ao reencarnar traz a história de suas vivências milenares em sua mente ou inconsciente coletivo que compõe seu repertório evolutivo. No livro Rejubila-te em Deus, página 62, Joanna de Ângelis elucida: 

“em todo problema na área da saúde ou do comportamento humano, o enfermo é sempre o Espírito que se encontra em processo de recuperação do seu passado delituoso, experienciando as consequências das ações infelizes que se permitiu praticar antes do berço atual.” 

Vemos aí a ascendência do Espírito sobre o corpo e o meio social. Portanto, não somos reféns das condições exteriores, elas estão a serviço do Espírito, com suas restrições e possibilidades. 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Qual o foco de sua vida: doença ou saúde?

As pessoas regidas pela doença ou pelo sofrimento não estão atrás da saúde ou do equilíbrio, estão ansiosamente procurando fugir da dor, consertar o que está danificado. Enquanto isso, as pessoas conduzidas pela saúde procuram desenvolver suas qualidades.
Confira a tabela proposta pela psicóloga Miriam Akhtar, no livro Vencer a Depressão, onde você se encaixa?


Modelo da Doença                               Modelo da Saúde
(depressão, ansiedade,                       (felicidade, bem-estar
raiva, neurose)                                  satisfação, alegria)

         
consertar o pior da vida                      desenvolver o melhor da vida
foco nos pontos fracos                       foco nos pontos fortes
curar a doença                                    desenvolver o bem estar
fugir à infelicidade                             aumentar a felicidade
ultrapassar as deficiências                desenvolver competências
evitar a dor                                         encontrar prazer


Você é adepto de qual modelo?

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Ruptura com o paradigma da doença

Os assuntos: doença, dor, sofrimento, conflito, perturbação, morte, etc., são tão falados, discutidos ou negados que parecem inerentes ao ser humano. A ciência pesquisa mais a doença do que a saúde. Houve uma época em que se pensava que a saúde era a ausência da doença. Essa polarização em torno do sofrimento humano parece necessária por condizer com o nível de consciência ou de desenvolvimento da humanidade. O cientista pesquisa aquilo que é mais urgente, emergente e manifesto, como é a doença. O distúrbio de um órgão é manifesto e sentido pelo sujeito, como no caso de um tumor; a confusão e o estresse são visíveis no comportamento e no corpo. A ciência estuda esses temas, como outros tantos, a fim de aumentar o conhecimento sobre eles para remediar e prevenir. Pesquisar sobre saúde, bem-estar, felicidade, alegria, otimismo parece algo utópico e distante. A doença surge da alteração de um órgão, de uma infecção, etc. E a saúde, a alegria, a confiança, o bem-estar de onde vem?
O paradigma da doença está tão impregnado em nossa vida e em várias áreas do conhecimento, que obsta pensar em saúde e equilíbrio sem o seu estorvo. O progresso e os benefícios da ciência esclareceram muitas coisas, minimizou muitas dores, mas ainda não resolveu o sofrimento e o vazio existencial. Será que a ciência deve buscar somente equacionar a doença, a dor, o sofrimento para melhorar a condição humana? Investir no bem-estar, na autoestima, na autoconfiança, na alegria, na espiritualidade, nas boas relações, no afeto, no ambiente de trabalho prazeroso, na boa alimentação, na condução não estressante não seriam coadjuvantes ou os protagonistas da saúde integral? Esta é a proposta de Abraham Maslow quando afirma que 
“...é como se Freud nos tivesse fornecido a metade doente da Psicologia e nós devêssemos preencher agora a outra metade sadia. Talvez essa Psicologia da Saúde nos proporcione mais possibilidades para controlar e aperfeiçoar as nossas vidas e fazer de nós melhores pessoas. Talvez isso seja mais proveitoso do que indagar “como ficar não-doente”. 
A doença e o sofrimento têm prazo de validade, estão com os dias contados, não são inerentes ao ser humano e sim ao nível de imaturidade evolutiva. Com a imaturidade prevalece a imoralidade, o egoísmo, a impulsividade, o desejo imoderado, o orgulho, a vaidade, etc., motivos de disputa, de intriga, de ódio, de inveja, de revolta, de intolerância... Já, com o amadurecimento, a pessoa se torna mais ética, moderada, amistosa, altruísta, modesta, tolerante, sociável, alegre, prevalecendo o discernimento.

Consulta:

Maslow, H.M. – Introdução à Psicologia do Ser

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Ler sempre! - Aprenda a Ser Otimista - M. E. P. Seligman

Saúde
O conceito convencional (de saúde) omite um dos principais fatores determinantes da saúde – nossas cognições. Nossa saúde física é algo sobre o qual podemos ter muito mai controle pessoal do que provavelmente suspeitamos. Por exemplo:

y a maneira como pensamos, especialmente quando se trata de saúde, modifica a nossa saúde
y os otimistas contraem menos doenças infecciosas do que os pessimistas
y os otimistas têm melhores hábitos de saúde do que os pessimistas
y o nosso sistema imunológico pode funcionar melhor se formos otimistas
y há evidências de que os otimistas vivem mais do que os pessimistas