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quinta-feira, 21 de abril de 2011

Alienação Parental


A separação de um casal nem sempre é fácil, pode haver muito sofrimento para ambos ou, quando a relação foi muito inamistosa, pode ser um alívio. Tudo que não foi falado, mais outras coisas que foram guardadas podem vir à tona e virar munição de acusações. Nessa hora delicada, de muita exaltação emocional, o melhorar seria não haver acusações, isso não vai resolver a decisão irreversível. Então, para quê tanto desgaste? Esse pode ser um momento de trégua, de concessão, de renúncia do egão. A pessoa que está se afastando de nosso destino um dia vamos encontrá-la novamente. Ninguém escapa de seu grupocarma, todos vamos aprender a conviver juntos, em harmonia, o tempo vai dizer...
Se a separação para os adultos é difícil, o que dirá para os filhos quando ainda são crianças? O que se passa em suas cabeças? Não bastasse o afastamento de um dos pais, um deles pode querer fazer a cabeça dos filhos quanto ao outro genitor, tentando denegri-lo. Que baixeza é essa? Mas, felizmente, tem lei para apurar essa covardia e reparar. Veja um trecho do artigo da revista Mente & Cérebro número 217, página 15: Em agosto de 2010, o ex-presidente Luiz Inácio da Silva sancionou a Lei 12.318, que dispõe sobre a alienação parental, permitindo aos juízes interceder em casos de exageros praticados por um dos pais que ataca a imagem e a autoridade do outro. A síndrome da alienação parental faculta a imposição de penalidades ao cônjuge alienador (desde multa até a inversão da guarda). Christian Ingo Lenz Dunker – psicanalista, professor livre-docente do instituo de Psicologia da USP

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